Dela dócia de sécia ala IA - Do chuveiro de balde a IA

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

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Dela dócia de sécia ala IA


La prima parte de questo tìtulo — la dócia de sécia — podevo parlar de qualunche cosa in qualunche època. Ma, in questo caso, parlo de mi. Incoi go 40 ani e go vivesto tuto questo. Nte i miei tempi de toso, vivevo ntela simplicità; infati, el modo come noantri vivea romai zera ultrapassà par quel tempo. Son nascesto ntel 1985, ma fin 2007 — data così darente — no se gavea la eletricità ntela nostra casa. Prima, par sbàlii ntel progeto de arivo dela energia elètrica a Três Palmeiras, la me cità de nàssita. Dopo, parché costea tanto portar la eletricità sol ntela casa nostra, che zera da star nel fin dela strada, literalmente el fin de tuto.

Par via de questa auséncia de eletricità, se vivea de maniera isolata e arcaica par el perìodo: sensa television, sensa el frigo, ràdio sol a bateria e par bagnarse sol ntela dócia de sécia — o ntel rubineto, parché no gavea rio o cascata darente. Par una banda, tanto go tribulà par me sentir un vero uomo dele grote fra i miei amici. Ma, incoi, con el vardar de un apassionà par stòria e par cose vècie, me incorzo che son stà previlegià par viver in quel tempo. Se piantava con màchina manual, la racolta zera dela stessa maniera, se versava la tera coi bo e, ala sera, se ascoltava stòrie soto la luce del feral a gas o, tante volte, sol con la luce dele candele.

Incoi, a 2025, son produtor audiovisual e apassionà par intervistar persone pi vècie, imparando sora el so passato de venture e sventure. Romai go fato arquante interviste, documentàrii e film. Ma, in 2026, son drio pareciarme par una produssion a un livelo ancora pi alto: racontar la stòria de Corbélia-PR, cità dove àbito da oto ani e meso. Sarà una gran sfida, parché sol posso doperar ntele scene ogeti de sti ani — da pìcoli atresi, fin mòbili, auti, case e robe. E ze pròprio qua che la IA (inteligensa artifissial) la ze drio darme una man, una cosa impossìbile fin de imaginar intanto mi me snetea col saon fato a casa ntela dócia de sécia.

Incoi, con la IA, posso ciapar una foto original dela època, slevar la qualità, dipintar e darghe vita — o sia, farla móverse. El scomìnsio del film sarà giusto cossì: scominsiarò con la foto original del posto dove incoi ze el centro dela cità; in quel tempo, zera un incrocio in meso al bosco. Questa foto, che scomìnsia in bianco e negro, dopo guadagna colori e, dopo ancora, la se move. Le piante scomìnsia a móverse col vento, osei i va zolar ntel cielo e el vècio auto de Armando Zanato, fondador de Corbélia, se farà veder ntela stradeta de tera rossa. Ze inacreditàbile, ma tuto questo ze possìbile mescolando imàgine vere, IA, ingani sinematogràfichi e tanta criatività.

Ze fassinante veder quanto la IA la pol esser util. Credo che doperar 100% dela inteligensa artifissial ze una stupidità e ignoransa — tuto diventa massa artifissial. Ma, se la ze doperada ntela giusta misura, la diventa una gran aleada. Porto come esémpio questa publicassion: go scrito ogni parola a la me maniera e, dopo, go domandà una coression ortogràfica, parché ameto che no son sperto in questo. Fao dei sbàlii soratuto ntela pontuassion e al spacar i paràgrafi. Credé valtri che fin el testo in Talian el ga la coression dela IA? Ma come, se el Talian no ze mia na léngoa ofissial? Parlerò sora questo con pi detàlii in nantra publicassion qua ntel sito.

Par intanto, te invito a scriverse ntel canal Corbélia Filmes sul YouTube par compagnar le me produssion — soratuto questo progeto par 2026.


Do chuveiro de balde à IA


A primeira parte desse título — o chuveiro de balde — poderia fazer referência a qualquer objeto antigo de qualquer época. Mas, neste caso, falo de mim. Hoje tenho 40 anos e vivi tudo isso. Em meus tempos de rapaz, vivia na simplicidade; inclusive, o modo como vivíamos já era ultrapassado para aquela época. Nasci em 1985, mas até 2007 — data bem recente — não tínhamos energia elétrica em nossa casa. Primeiro, por falhas no projeto de chegada da energia à Três Palmeiras, minha cidade natal. Depois, porque custaria muito caro levar energia apenas até nossa residência, que ficava no fim da estrada, literalmente no fim de tudo.

Por conta dessa ausência de energia elétrica, vivíamos de forma isolada e arcaica para o período: sem televisão, sem geladeira, rádio apenas a pilha e banho no chuveiro de balde — ou diretamente da torneira, já que não havia rio ou cachoeira por perto. Por um lado, sofri muito por me sentir um verdadeiro homem das cavernas perto de meus amigos. Mas, hoje, com o olhar de alguém apaixonado por história e por coisas antigas, percebo que fui privilegiado por viver aquele tempo. Plantávamos com máquina manual, colhíamos da mesma forma, arávamos com bois e, à noite, ouvíamos histórias à luz do liquinho a gás ou, muitas vezes, apenas à luz de velas.

Hoje, em 2025, sou produtor audiovisual e apaixonado por entrevistar pessoas mais velhas, conhecendo seus passados de glórias e batalhas. Já realizei muitas entrevistas, documentários e filmes. Mas, em 2026, estou me preparando para uma produção em um nível muito mais elevado: contar a história de Corbélia-PR, cidade onde moro há oito anos e meio. Será um desafio e tanto, já que só posso utilizar nas cenas objetos antigos — desde pequenos utensílios até móveis, veículos, construções e vestimentas. E é justamente aqui que a IA (inteligência artificial) está me dando uma ajuda gigantesca, algo impossível até de imaginar enquanto eu tomava banho com sabão caseiro no chuveiro de balde.

Hoje, com a IA, posso pegar uma foto original da época, recuperar sua qualidade, colorir e ainda dar vida — ou seja, movimento — a ela. O começo do meu filme será exatamente assim: começarei com a foto original do local onde hoje é o centro da cidade; na época, uma encruzilhada em meio à mata. Essa foto, inicialmente monocromática, ganhará cores e, na sequência, movimento. As árvores começarão a balançar com o vento, aves voarão pelo céu e o antigo carro de Armando Zanato, fundador de Corbélia, surgirá na estradinha de terra vermelha. É incrível, mas tudo isso é possível combinando imagens reais, IA, truques cinematográficos e muita criatividade.

É fascinante perceber o quanto a IA pode nos ser útil. Acredito que usar 100% da inteligência artificial é estupidez e ignorância — tudo se torna artificial demais. Mas, se utilizada na medida certa, torna-se uma grande aliada. Cito como exemplo esta própria postagem: escrevi cada palavra à minha maneira e, depois, apenas pedi uma correção ortográfica, pois admito que não é meu forte. Costumo errar principalmente na pontuação e na quebra de parágrafos. Vocês acreditam que até mesmo o texto em Talian é corrigido pela IA? Mas como, se o Talian não é uma língua oficial? Isso explicarei com mais detalhes em uma futura publicação aqui no site.

Por ora, te convido a se inscrever no canal Corbélia Filmes no YouTube para acompanhar minhas produções — inclusive esse grande projeto para 2026.



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