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Um pouco sobre a família Eccher, Echer e Ecker da Itália ao Brasil

Um pouco sobre a família Eccher, Echer e Ecker da Itália ao Brasil

Vamos colocar algumas informações sobre a família Eccher, Echer e Ecker. Somos Jaciano Ecker e Jean Ecker, primos, netos de Jordano Ecker, falecido em 2011.

Juntando as informações que eu (Jaciano) colhi com as informações ainda mais avançadas que meu primo Jean conseguiu temos alguns dados que serão publicados nessa página. Se você leitor é descendente dessa linhagem ou mesmo alguma linhagem paralela e gostaria de mandar algum tipo de informação poderá mandar para um dos nossos e-mail's:

Jaciano: jacianoradiojornalismo@gmail.com
Jean: jeanecher@hotmail.com

Uma pequena tabela que eu fiz com algumas informações colhidas desde meu nono Jordano Ecker (Eccher) até Giacomo Eccher, nono do Pietro Antônio Eccher que foi o patriarca da nossa família que veio para o Brasil


Clique na tabela para abrir.


    
Alguns complementos:

Maria Girardi é filha de Bortolo e Lucia Girardi
Angela rebelatto é filha de Fioravante Rebelatto e Maria Della Santa.

Pietro veio de um pequeno vilarejo chamado Segonzano 25 km de Trento, já Maria vem de Sover também bem proximo dali

Arvore Genealógica

Jean Ecker através de várias pesquisas eleborou a Árvore Genealógica de nossa linhagem da Família Eccher. Estaremos disponinilizando aqui em duas etapas para facilitar. Na imagem abaixo (clique para espandir) temos os ramos que partem de nosso patriarca que veio para o Brasil até a última informação que se tem. A partir daí fica difícil as pesquisas pois segundo Jean devido a guerras e incêndios muitos documentos foram perdidos. Logo após a imagem teremos um link para visualizar em PDF já que o tamanho em imagem não suporta partindo do patriarca Pietro até a geração de nosso nono (Jordano Ecker)


Clique aqui para ver a segunda parte da árvore

Confira agora a árvore completa até a última geração:



Outros documentos importantes reunidos (lembrando sempre que para aumentar basta clicar em cada um, fazendo download é melhor ainda)



Origem do sobrenome e Brasão segundo informações de Adari Francisco Ecker
Obs: Adari até onde temos informações não faz parte da mesma linhagem que a nossa

ECKER é um sobrenome de origem germânica que surgiu no século XII na região da Bavaria. Existem algumas variações de grafia do sobrenome, tais como: De Ecker, Eck, Ecker, Ecke, Ekker, Eker, Ekke, Eckher, Eckherr, Echer, Eckermann e outras variações. O escudo azul do brasão simboliza o zelo, lealdade, caridade, justiça, lealdade, beleza e boa reputação. O azul chama-se Júpiter quando aplicado às armas reais, safira nas armas dos nobres titulados ou simplesmente azuis nos escudos da nobreza em geral. Os nobres que tinham este esmalte em seu escudo estavam obrigados a fomentar a agricultura e também a socorrer os servidores despedidos injustamente ou que se encontrassem sem remuneração. As peças internas do brasão são as figuras que estão dentro do campo do escudo. A banda de ouro simboliza a correia ou cinturão que é vista obliquamente sobre o cavaleiro, do ombro em direção à cintura. As três rosas vermelhas indicam que o primeiro portador do brasão pertencia a ordem dos antigos construtores, pois a rosa heráldica era equivalente ao pentagrama que se inscreve num círculo invisível, simboliza o silêncio do iniciado. No simbolismo relacionado à maçonaria, as três rosas de São João representam luz, amor e vida. Tendo por base o significado do brasão, também, é necessário definir as peças externas que adornam as armas dos ECKER, as quais seguem as regras da antiga tradição heráldica, conforme pode ser observado a seguir:

a) Elmo: Esta palavra, derivada do alemão helm (capacete), designa em heráldica, uma peça da armadura que protege a cabeça que é desenhada sobre o escudo. Teoricamente, o elmo deveria ser usado somente por cavaleiros, ou graus de nobreza superiores (reis, príncipes, duques, marqueses, condes, viscondes e barões), mas tornou-se peça integrante de todos os brasões de armas.

b) Paquife ou Lambrequim: Era uma peça de pano leve (linho) que servia para proteger e elmo da incidência direta dos raios do Sol e que se prolongava sobre as costas do cavaleiro, servindo de cobre-nuca. Deixar de representar este ornamento no brasão é um erro, pois o paquife é uma peça inseparável o elmo. Os heraldistas estilizaram a peça em forma de folhas de acanto, onduladas, com as cores do escudo.

c) Mantel: Era um pequeno manto de tecido eu se colocava por cima do elmo, mas que, ao contrário do paquife (cobre-nuca), na caía sobre as costas do cavaleiro, mas cobria o elmo tendo a mesma finalidade do paquife. O seu comprimento seria então reduzido apenas por estética. Deve obedecer às mesmas regras que o paquife, porém acompanha apenas a cor principal do escudo.

d) Virol ou Rolete: Na parte superior do elmo usavam os cavaleiros, para combate ou torneios medievais, um pequeno rolo circular de couro, que servia não só para segurar diferentes peças ligadas ao elmo, mas também para amortecer os golpes de armas cortantes ou contundentes que eram dadas de cima para baixo. É presumível que estes rolos fossem pintados com várias cores derivadas do escudo, porque assim constituíam também um elemento que facilitava o reconhecimento dos cavaleiros. O virol deve ter apenas duas cores, regra que nem sempre é respeitada pelos desenhistas.


A origem dos sobrenomes
Os nomes de família surgiram da necessidade de identificação das pessoas especialmente durante a Idade Média. Até então, a alta nobreza, por razões de sucessão e heranças, utilizavam alguma forma de identificação de filiação. Imitando os costumes de pessoas proeminentes ou para diferenciação das famílias, os homens mais comuns passaram a utilizar como sobrenomes as designações de seus ofícios ou habilidades, de seus lugares de origem (toponímicos), de suas condições sócio-econômicas, de plantas ou animais ou, ainda, referentes aos nomes próprios devido à filiação (patronímicos).


Foi só a partir dos séculos XV e XVI, que os nomes de família passaram a ser sistematicamente registrados, normalmente nas igrejas de batismo. Pesquisar a árvore genealógica até essas épocas é uma possibilidade real, com dificuldades, de se encontrar documentação comprobatória, para épocas anteriores as dificuldades se multiplicam. Em 1564, o Concilio di Trento ordenou que as paróquias registrassem cada indivíduo com seu próprio nome e o respectivo sobrenome. Desde então cada um de nossos ancestrais vem transmitindo o nome de família a seus descendentes, definindo e registrando os graus de parentescos.

Por:Adari Francisco Ecker.Carazinho-RS



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