Pagine

Clique para entrar

Eccher, Echer,Ecker

Cognome Eccher, Echer, o Ecker?

Un po 'dei miei antenati

Clique para abrir a tabela abaixo.Fare click per aprire.


Italiano
    ECCHER, ECHER o ECKER

Mi ciamo Jaciano Ecker, il mio padre ciama Lucidio Ecker il me nono Jordano Ecker(morto in 2012)genitore di Jordano statto Herminio Ecker i Angela Rebelatto il Herminio e figlio di Pietro Eccher co Maria Girardi (nati in Italia) Ebbero nove figli, sono:Rachele,Henriqueta,Monica,Maria,Pedro,Herminio,Genoeffa,Sunta i Sabina, Pietro ero figlio di Pietro Eccher con Giuliana Girardi. Inoltre Pietro Eccher era figlio di Giacomo Eccher e Margherita Prosser.
    
  NOTA:Maria Girardi i figliola di Bortolo i Lucia Girardi
Angela rebelatto i figliola di Fioravante Rebelatto i Maria Della Santa.
Alcuni Documenti.

Pietro e Maria venivano da un piccolo villaggio nel nord Italia vicino 25 km di Trento chiamato Segonzano.
Fare clique per conoscere un puo di Segonzano.

Português

  ECCHER, ECHER o ECKER

Me chamo Jaciano Ecker, meu pai se chama Lucídio, meu nono Jordano Ecker (falecido em 2012), os pais do Jordano se chamava Herminio Ecker e Angela Rebelatto. Herminio era filho de Pietro(que no Brasile passou a se chamar também de Pedro) com Maria Girardi. Eles tiveram nove filhos, são eles: Rachelle, Henriqueta, Monica(ou pode ter sido chamada de Eurica), Maria, Pedro, Herminio, Genoeffa, Sunta a Sabina,Pietro que nasceu na Italia e veio para o Brasil por volta do ano 1890(possivelmente em 1888) era filho de Pietro Eccher com Giuliana Girardi. Pietro Eccher por sua vez era filho de Giacomo Eccher com Margherita Prosser, conforme você vê na tabela acima.
    
   NOTA: Maria Girardi a filha do Bortolo Lucia Girardi
Angela REBELATTO a filha de Fioravante Rebelatto a Santa Maria.

Pietro e Maria vieram de um pequeno vilarejo do norte da Italia próximo 25 km de Trento chamado Segonzano.

Alguns documentos.

Cari amici mi piacerebbe molto di più informazioni sui miei familiares, quindi se anche voi appartenete a questo lignaggio di "Eccher" Vorrei comunicare per scambiare informazioni. Mio email: italianiinbrasile@hotmail.com. o jacianoradiojornalismo@hotmail.com

Caros amigos eu gostaria muito de obter mais informações sobre meus familhares, portanto se você também pertence a esta linhagem dos "Eccher" gostaria que me procurassem para trocarmos maiores informações. 
Meu email è: italianiinbrasile@hotmail.com. ou jacianoradiojornalismo@hotmail.com

Fede di nascità di Maria Giradi/Certidão de nascimento de Maria Girardi.

Fede di nascità di Pietro Eccher/Certidão de nascimento de Pietro Eccher.

Fede di nascità di Eurica Eccher/Certidão de nascimento de Eurica Eccher(por erro de cartório ela pode também ter sido chamada de Monica ou Enriquetta)

Certificado de óbito de Hermínio Echer

Certificado de óbito de Maria Girardi

Certificado de óbito de Pietro Eccher
Adari Ecker Parla/Adari Ecker diz:


ORIGEM E SIGNIFICADO DO BRASÃO


ECKER é um sobrenome de origem germânica que surgiu no século XII na região da Bavaria. Existem algumas variações de grafia do sobrenome, tais como: De Ecker, Eck, Ecker, Ecke, Ekker, Eker, Ekke, Eckher, Eckherr, Echer, Eckermann e outras variações. O escudo azul do brasão simboliza o zelo, lealdade, caridade, justiça, lealdade, beleza e boa reputação. O azul chama-se Júpiter quando aplicado às armas reais, safira nas armas dos nobres titulados ou simplesmente azuis nos escudos da nobreza em geral. Os nobres que tinham este esmalte em seu escudo estavam obrigados a fomentar a agricultura e também a socorrer os servidores despedidos injustamente ou que se encontrassem sem remuneração. As peças internas do brasão são as figuras que estão dentro do campo do escudo. A banda de ouro simboliza a correia ou cinturão que é vista obliquamente sobre o cavaleiro, do ombro em direção à cintura. As três rosas vermelhas indicam que o primeiro portador do brasão pertencia a ordem dos antigos construtores, pois a rosa heráldica era equivalente ao pentagrama que se inscreve num círculo invisível, simboliza o silêncio do iniciado. No simbolismo relacionado à maçonaria, as três rosas de São João representam luz, amor e vida. Tendo por base o significado do brasão, também, é necessário definir as peças externas que adornam as armas dos ECKER, as quais seguem as regras da antiga tradição heráldica, conforme pode ser observado a seguir:

a) Elmo: Esta palavra, derivada do alemão helm (capacete), designa em heráldica, uma peça da armadura que protege a cabeça que é desenhada sobre o escudo. Teoricamente, o elmo deveria ser usado somente por cavaleiros, ou graus de nobreza superiores (reis, príncipes, duques, marqueses, condes, viscondes e barões), mas tornou-se peça integrante de todos os brasões de armas.

b) Paquife ou Lambrequim: Era uma peça de pano leve (linho) que servia para proteger e elmo da incidência direta dos raios do Sol e que se prolongava sobre as costas do cavaleiro, servindo de cobre-nuca. Deixar de representar este ornamento no brasão é um erro, pois o paquife é uma peça inseparável o elmo. Os heraldistas estilizaram a peça em forma de folhas de acanto, onduladas, com as cores do escudo.

c) Mantel: Era um pequeno manto de tecido eu se colocava por cima do elmo, mas que, ao contrário do paquife (cobre-nuca), na caía sobre as costas do cavaleiro, mas cobria o elmo tendo a mesma finalidade do paquife. O seu comprimento seria então reduzido apenas por estética. Deve obedecer às mesmas regras que o paquife, porém acompanha apenas a cor principal do escudo.

d) Virol ou Rolete: Na parte superior do elmo usavam os cavaleiros, para combate ou torneios medievais, um pequeno rolo circular de couro, que servia não só para segurar diferentes peças ligadas ao elmo, mas também para amortecer os golpes de armas cortantes ou contundentes que eram dadas de cima para baixo. É presumível que estes rolos fossem pintados com várias cores derivadas do escudo, porque assim constituíam também um elemento que facilitava o reconhecimento dos cavaleiros. O virol deve ter apenas duas cores, regra que nem sempre é respeitada pelos desenhistas.


HISTÓRIA DOS NOMES DE FAMÍLIA

Os nomes de família surgiram da necessidade de identificação das pessoas especialmente durante a Idade Média. Até então, a alta nobreza, por razões de sucessão e heranças, utilizavam alguma forma de identificação de filiação. Imitando os costumes de pessoas proeminentes ou para diferenciação das famílias, os homens mais comuns passaram a utilizar como sobrenomes as designações de seus ofícios ou habilidades, de seus lugares de origem (toponímicos), de suas condições sócio-econômicas, de plantas ou animais ou, ainda, referentes aos nomes próprios devido à filiação (patronímicos).

Foi só a partir dos séculos XV e XVI, que os nomes de família passaram a ser sistematicamente registrados, normalmente nas igrejas de batismo. Pesquisar a árvore genealógica até essas épocas é uma possibilidade real, com dificuldades, de se encontrar documentação comprobatória, para épocas anteriores as dificuldades se multiplicam. Em 1564, o Concilio di Trento ordenou que as paróquias registrassem cada indivíduo com seu próprio nome e o respectivo sobrenome. Desde então cada um de nossos ancestrais vem transmitindo o nome de família a seus descendentes, definindo e registrando os graus de parentescos.
Por:Adari Francisco Ecker.Carazinho-RS


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Gostou?Comente aqui e se possível inscreva-se.