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sábado, 20 de junho de 2020

O Menino da Porteira em Italiano - Il bambino del Portone

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O Menino da Porteira em Italiano

Molte volte in viaggio per la Via de Ouro Fino
Nella strada io vedo l'immagine di un bambino
Che felice sorridendo mi chiedeva il bambino
Suona il berrante signore sai mi piace di sentire.
Un saluto un abbraccio seguirò il mio cammino
Questa è la mia vita sai che sono un contadino
Mille grazie ragazzino  adesso io partirò
il destino è lontano che te benedica io

Nel percorso della vita ho trovato molte spine
ma nessune così triste che adesso racconto io
Nel ritorno del viaggio ho cercato il mio bambino
Ma lui non era lì come sempre ad aspettare.
Sono sceso dal cavallo per cercare per qualcuno
una donna li piangeva la mamma del bambino
Sei arrivato troppo tardi il ragazzo sta ucciso
Butta via il berrante ormai non serve più.

Per la Via de Ouro Fino lavorando sotto il sole
Quando passo nel portone io rivedo quel immagine
Nei miei occhi una làcrima mi riporta al passato
di quello viso felice dal mio figlio tanto amato
Quella croce nella strada nel mio cuore resterai
Anche ho fatto un giuramento che non scorderò mai più
Anche io perdo il mio rancio la mia vita la fortuna
In questa terra di Dio berrante non suono più.




Texto da música original:

oda vez que eu viajava pela Estrada de Ouro Fino
De longe eu avistava a figura de um menino
Que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo
Toque o berrante seu moço que é pra eu ficar ouvindo
Quando a boiada passava e a poeira ia baixando
eu jogava uma moeda e ele saía pulando
Obrigado boiadeiro, que Deus vá lhe acompanhando
pra aquele sertão à fora meu berrante ia tocando
Nos caminhos desta vida muitos espinhos eu encontrei
mas nenhum calou mais fundo do que isso que eu passei
Na minha viagem de volta qualquer coisa eu cismei
Vendo a porteira fechada o menino não avistei
Apeei do meu cavalo e no ranchinho a beira chão
Ví uma mulher chorando, quis saber qual a razão
- Boiadeiro veio tarde, veja a cruz no estradão
Quem matou o meu menino foi um boi sem coração
Lá pras bandas de Ouro Fino levando gado selvagem
quando passo na porteira até vejo a sua imagem
O seu rangido tão triste mais parece uma mensagem
Daquele rosto trigueiro desejando-me boa viagem
A cruzinha no estradão do pensamento não sai
Eu já fiz um juramento que não esqueço jamais
Nem que o meu gado estoure, e eu precise ir atrás
Neste pedaço de chão berrante eu não toco mais

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